segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

capítulo 3: Amigos...

Trilha sonora: https://www.youtube.com/watch?v=TXeJYmMoJDY

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Amigos
Amanheceu ensolarado, a vida começou renascer depois daquele temporal do dia anterior. O movimento estava alucinante, motos e bicicletas nas ruas, e milhares de velox nos ares, a base espacial também tinha um grande fluxo momentâneo pela manhã já que os funcionários do governo precisavam chegar a capital em menos de uma hora, pra se deslocar de uma cidade a outra é necessário pegar um foguete devido à falta de gravidade no vaco entre elas. 
A mãe dos gêmeos Felipe e Jhonata se adiantou, sabendo que seria movimentado pegou o primeiro foguete do dia, ela necessitava estar na capital antes dos outros funcionários já que era secretaria do governador Nicolas David, e o conhecendo muito bem sabia que desde a reunião com os 28 convocados a coisa não estaria boa, a paciência do governador estava por um fio, algo o tirou do serio durante a reunião, mas não cabia a ela saber o que...
Já no colégio Diferença as filas só aumentaram, os alunos transbordavam ansiedade enquanto esperavam, os grupinhos haviam se formado por toda parte tanto entre novatos quanto os antigos.
_ Diego  eu duvido que vire essa latinha! – falou Miguel sorrindo.
_ Se eu virar eu ganho 20 reais?
_Lógico! –concordou o amigo sorrindo.
_ Amor não faz isso, nessa lata de cerveja  mais da metade é álcool, vai te deixar com uma dor de cabeça! -falou a loira em tom de preocupação.
_Não me sobestime amor! –Diego respondeu cheio de si, em seguida deu um selinho na namorada e pegou a lata.
_Mostra que é macho meu chapa! –Miguel comentou.
O Garoto de olhos azuis e cabelos pretos virou a lata na boca com toda força de vontade, a dor foi momentânea, enquanto a turma gargalhava sem parar, o liquido vazava pela boca molhando toda a camisa, ao esvaziar a lata as vistas escureceram e a tontura o atingiu, sem controle do corpo Diego tropeçou no pé da Angélica e caiu em cima da próxima menina da fila que se chamava Ester.
A algazarra foi tamanha, chamando a atenção dos professores que estavam ajudando a fazer as matriculas.
_ O que está acontecendo aqui? –perguntou o diretor com uma severidade no olhar.
 Um novato que havia registrado o acontecimento dedurou o quarteto que era o Diego, Angélica, Penélope e Miguel.
_Nem começa as aulas e vocês quatro já quebram as regras! Lembram o que aconteceu o ano passado por causa de bebida alcoólica com vocês! – O diretor falou intimidadoramente.
Na verdade todos se lembravam do ocorrido no ano passado, o quarteto levou bebidas para o colégio e influenciou os alunos beberem, sabendo que não era permitido para menores de idade Marina Santos do primeiro B contou pra policia. Vendo a gravidade dos fatos os PM prendeu o quarteto. Foi por tempo limitado já que ainda eram muitos jovens e  não tinha antecedente criminais, mas o que realmente os liberou foi a fiança que Dante pai do Diego  pagou.    
_ Vocês iniciaram o ano escolar de vocês trabalhando no colégio durante os turnos livres! –Falou o Diretor já dando as costas.
Miguel ficou vermelho de raiva, começar o ano prestando serviços para o colégio não é nada estimulante, mas como todo ato tem seu preço assim seria. As horas foram se passando do meio dia e a fila não havia chegado nem na metade, os alunos estavam suados e famintos devido a grande demora, aqueles que renovavam ou faziam a matriculas iam acompanhar os monitores para conhecer  as salas, o laboratório, a cantina, o ginásio, o vestuário, os banheiros, a enfermaria, a quadra, a piscina, o estúdio, o jornal e por fim o pátio.
Os uniformes estavam sendo entregues na saída, juntamente com o horário...
_Marina notou algo diferente nos seus pais? –Ashley perguntou para a amiga.
_Eles estão nervosos e receosos desde o encontro com o governador ontem! –Marina respondeu.
_Viu, eu falei pra vocês que isso estava cheirando mal! –A garota de cabelos pretos  falou como se tivesse feito a descoberta de todos os tempos.
E realmente ela havia toda razão desde a reunião os pais das oito meninas agiam estranhamente como se algo terrível estivesse por vim.  As oito amigas eram Marina, Cristal, Ashley, Melissa, Jade, Ester, Alicia e Mirela. Como os pais eram amigos de longa data elas se conheciam desde o primeiro dia de vida. 

domingo, 18 de janeiro de 2015

Capítulo 2: O livro desconhecido!

     Trilha sonora:    https://www.youtube.com/watch?v=V1yMaZr4r-E https://www.youtube.com/watch?v=V1yMaZr4r-E  

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                                    Os Livros Desconhecidos!

18 á 19 anos depois do ocorrido na base espacial de Radaster...



O dia permanecia chuvoso por toda Dimensão A, a massa chuvosa veio dos reinos do sul atingindo a cidade de Radaster  em cheio, a população foi pega desprevenida já que o clima típico da região é calor e muito sol,   a casa da família Santos segurava bravamente pra não ser levada pela ventania, afinal era a casa mais antiga da região Sul da cidade, nela continha o grande esforço de marceneiros e lenhadores das décadas passadas, feita por completa na madeira mais resistente e antiga,  já o teto fora telhado com telhas de argila, em Radaster existem poucas casas assim, mas o interessante é que elas são bem vistosa e caras pelo grande valor histórico...
Na sala de visita a criança mais nova chorava por causa dos relâmpagos estridentes que rasgavam o céu da manha, os barulhos estrondosos faziam com que as paredes vibrassem causando arrepios na menininha.
Quando se é pequeno existem som calmos e tranquilizadores, porém há barulhos assombrosos que te faz perceber o quão é pequena e frágil, a garotinha estava nesta faze onde o trovão e os relâmpagos os intimidam e assustam.
_ Kelly, não Há motivos para medo, são só trovoes! – Marina explicou.
_ E o que eles são? – A garotinha de cinco anos perguntou com o rosto de baixo da coberta...
Marina já experiente com a irmã sabia que uma resposta monótona e correta não adiantaria, aliás, ela nem entenderia...
_ Promete guarda segredo? – a mais velha perguntou.
_ Prometo! –Kelly respondeu seguindo a irmã.
As duas subiram a escadaria, no final do corredor havia uma porta antiga na qual poucos se arriscariam á entrar, Marina muito acostumada acertou um chute para que a porta se abrisse e revelasse a biblioteca da família santos...
Os moveis ali não sabiam o que era pano por pelo menos dois anos, a pequena não conseguiu segurar a onda de espirros devido a grande camada de poeira e mofo. Kelly se aconchegou em uma poltrona e esperou a outra encontrar o livro.
Atrás da estante se localizava um baú enorme que era coberto por um lençol de bolinhas, dentro do baú estava uma coleção de livros antigos de capas gastas e sem títulos.
Marina retirou uma pilha até alcançar o mais grosso  e velho,  depois juntou ar nos pulmões para o assoprar fazendo com que milhares de acnes flutuassem no ar,  completando a ação a garota saiu da biblioteca, correu até a cozinha e esvaziou o pote de biscoitos  pondo tudo em uma tigela de plástico, em seguida  lavou as mãos e desligou a cafeteira pondo o café na garrafa e foi até a biblioteca novamente.
_ Pode comer! – a garota disse colocando a comida ao lado da irmã.·.
_ Porque está folhando o livro?
_ A palavra certa é folheando! E eu estou folheando pra encontrar a parte que te interessa...
Marina continuou passando pagina por pagina do imenso livro até encontrar o trecho desejado, ela leu e reformulou uma historia para que a irmã achasse divertido e estimulante...
_ Diz à lenda que em algum lugar nestes milhares e milhares de dimensões conhecidas e nas desconhecidas havia um rei bom e justo para com seu povo, poucos o conheciam e as maiorias tinham medo dele, pois eram tão justo que a população inteira receava ser condenado.  
Um dia um rapaz muito corajoso e leal decidiu falar com ele, o que não esperava era ouvir as palavras mais reconfortantes de sua vida, todos pensavam que o rei era mal, mas na verdade ele só era  justo e amava a todos e por isso os castigava para que pudessem aprender e não errar mais.
O Rapaz permaneceu com ele por longos dias sempre conversando e sabe o que chamava mais atenção dele? A voz...  O rei tinha uma voz grossa e forte na quais todos respeitavam e temia, a voz do rei era igual o trovão e cada palavra que ele dizia para o rapaz era uma trovoada para o povo...
_ Serio? Então os trovoes quer dizer que o rei está falando com alguém?
_ Sim, viu que não tem motivos pra ter medo!
_ Agora eu sei, eu amo trovoes...
As irmãs continuaram o dialogam quando em meio a um estralo de raio a campainha toca a chuva não dava trégua fazendo com que a campainha fosse quase inaudível, Marina se levantou e foi até a porta de entrada, ao abrir se deparou com os pais Karlos e Deise, eles estavam muito molhados e sujos.
_ Entram depressa, é melhor se secarem rápido antes que peguem algum resfriado! – Marina falou, já entregando uma toalha.
_ Onde está sua irmã? – Karlos perguntou revistando a casa.
_ Na biblioteca!
_ Quantas vezes vou ter que falar que não é pra ninguém entrar ali além de nós três Marina!
_ Mas ela faz parte da família!
_ Ela é uma criança, não entende o que é segredo, se o governo sonhar com isso, nós seríamos executados!
_Desculpa, eu deveria  ter obedecido sua regra. Como foi com o governador, por que os intimaram pra essa reunião já que nenhum de vocês são membros do parlamento? 
Os pais da garota se olharam por segundos, era um assunto muito delicado na qual ninguém compreenderia, somente os 28 convocados, que por sinal eram a maioria amigos...
_ Foi só ladainha meu amor. Agora pega um café pra mim, estou com um frio! – falou a mãe sorrindo.
A resposta não foi convincente, mas para não ser inconveniente a adolescentes não insistiu  na questão.
O resto do dia foi quieto e frio devido a chuva que só acabou a noite, Radaster estava completamente coberta de água, o que seria um grande problema no dia seguinte devido a grande movimentação no centro para as matriculas escolares, o colégio Diferença havia passado por uma reforma esse final de ano para que tudo esteja perfeito ao ano que se sucede e esse fato acabou atrasando as matriculas que será feita uma semana apenas antes do inicio das aulas. 



sábado, 17 de janeiro de 2015

capítulo 1: 18 á 19 anos atrás...

Link Nyah: http://fanfiction.com.br/historia/584770/A_busca_sem_fimUnivens/capitulo/1/

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Era noite de lua nova e toda cidade de Radaster estava passando por uma breve falta de energia devido o mau funcionamento dos geradores principais. Esta questão vem atormentando o governo a um bom tempo, desde que os A.J. J começaram a atuar á favor da rebelião este fato vem ocorrendo. O governo acredita que o mau funcionamento dos geradores são sabotagens para que facilite os atentados, a população discorda, mas nunca descobriram ao certo o que é.
A Base espacial estava à mercê da sorte, sem nenhuma força armada, hoje seria o fim da rebelião afirmava o governador Nicolas David e todas as forças armadas de Radaster e da capital da Dimensão A estavas na praça principal para a prisão...
Enquanto isso Deise e Russem discutiam na pista nove da base espacial:
_Eu não aceito você ir embora! – gritou Deise, arremessando uma faca de lamina afiada.
_ Você tem que entender! Eu faço isso por todos! – ele respondeu, abaixando pra se desviar da faca.
A mulher de rosto pálido e cabelos loiros partiu pra cima do homem de cabelos negros acertando um soco no maxilar, tal em seqüência o chutou pra finalizar o golpe perfeito.
_ Eu não vou lutar com você amor. – Russem falou em um tom amigável e calmo.
_ Pena que não posso dizer o mesmo traidor! – Deise disse ironicamente, logo em seguida acertando uma Joelhada que fez Russem cair no chão...  
A mulher se posicionou com um joelho de um lado e o outro do outro lado do corpo de Russem, se preparando pra socar a cara do marido. A final ele era um traidor...
_ Pode acertar Deise, me deixar inconsciente será a única forma de me fazer ficar!
Ela olhou para os olhos verdes e encantadores do marido, e refletiu por segundos enquanto adquiria força pra completar a ação.
_ Eu te odeio! – ela sussurrou, já se levantando.
_ Porque vai embora?- Deise perguntou, em meio às lagrimas que já se escorriam incontroladamente.  _ Nos havíamos combinados de todos se entregarem!  
_ Eu preciso terminar o projeto que mudara a vida de nossa filha e de mais um milhão de pessoas. E você pode não acreditar mais eu vou concluir!
_ É melhor destruir a pedra vermelha de Murania, se ela cair nas mãos erradas teremos um exercito do governo com armas capazes de destruir o mundo!
_ Eu sei, mas não se deve destruir algo tão poderoso! E eu irei a usar para o bem!
_ O bem de quem? Você prefere abandonar sua filhar pra tentar encontrar uma cura quase impossível, em vez de apenas aproveitar os últimos dias de vida dela! Você está pensando no seu próprio bem, na fama que terá se um dos dois projetos der certo! – Deise não chorava mais, o ódio havia tomado conta do seu coração novamente...
_ Eu te amo! – ele falou meio receoso...
A mulher sem pensar na conseqüência partiu para um golpe altamente violento, se concluída com perfeição deixaria o oponente inconsciente por horas, Russem, porém era muito competente sendo treinado na melhor escolar de artes marciais, paralisou o golpe com uma facilidade tamanha, a mulher em um deslize não se preparou pra tal ação e caiu no chão quebrando o braço...
 A dor foi instantânea,  o osso quebrou a cima do cotovelo causando um inchaço na região.
_ Me desculpa! – o homem disse com um grande pesar de consciência, ele jamais teve a intenção de machucar a amada, afinal ela era a mãe de sua filha e a mulher que sempre amou, quer ela acredite ou não...
Ele em um ato involuntário se abaixou ficando bem próximo da loira e a beijo, já sabendo que ela não reagiria com um soco por causa da dor! 
                                    
Russem caminhou até o foguete para aquecer os motores antes da fuga, as turbinas eram de uma potencia desconhecida pela maioria dos cidadãos, o homem desceu  e caminhou até um canto mais afastado onde se encontrava um cestinho rosa seco.
Ele retirou a flanelinha que cobria a criança revelando uma garotinha de bochechas rosadinhas e olho verde igual o de Russem, já o cabelo era uma mistura, havia cachos iguais os do pai, porem era da cor do da mãe. 
_ Minha filha promete que não vai morrer antes que eu retorne com as soluções, o pai te ama tanto, meu coração parte deixando um pedaço com você.
A garotinha de provavelmente 1 ano sorriu e fez involuntária que sim com a cabeça...  Ele a pegou no colo dando um forte abraço de despedida depois colocou  um pingente no pescoço da criança e disse:
_ Essa será a forma de saber que sempre estarei com você, e por onde você passar eu vou ver e por onde eu passar você verá! – terminando a frase ele a beijou e á colocou no cestinho novamente.
O foguete já estava pronto pra partida, então Russem foi até a mulher:
_ Deise eu voltarei assim que finalizar o projeto, provavelmente daqui dois anos! – ela apenas consistiu com a cabeça, depois levantou e o beijou como despedida...
Russem entrou no foguete, fechando as portas acionou a partida e em questão de segundos estava no espaço sideral...

Deise o olhou partir, tendo certeza que ele não voltaria mais, pois a criança no Velox300 e foi para a praça se entregar. O Velox300 é um carro aéreo lançado recentemente, é o meio de transporte mais veloz que os cidadãos têm acesso... Deise dirigiu acima da velocidade com a intenção de deixar os problemas pra traz e refrescar a cabeça!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Capa + prólogo...


PRÓLOGO:
O vento soprava em um ritmo constante, provavelmente era a vida cantando. Era 31 de Dezembro de 2015 e afinal a busca teve um resultado, não sei ao certo dizer se esse foi o fim, mas ninguém sabe, os heróis da dimensão salvaram praticamente todos e nos livrou de toda tirania do governo dando direito paro outra família assumir o poder, o único tropeço foi saberem de mais, ás univens juntamente com o grupo força maior se arriscaram e ultrapassaram muitas barreiras. O final ficou pouco provável, a vida os ensinou muitas coisas e ser assim não ajudariam em nada, com certeza seriam proibidos de viver em meio a sociedade para não espalharem os segredos mais íntimos e secretos da Dimensão.
Os heróis se encontravam no Super Lanche, o sorriso de exaltação havia passado a hora, Ashley, Dafne, e Caio não conseguia acreditar que depois de tudo aquele seria o fim, Já Elétri tentava se distrair com um jogo eletrônico, Rubi conversava com os pais mesmo sabendo que não deveria, pois isso comprometia sua identidade secreta, mas não importava. Ani e Heitor falavam sabre às coisas boas que compartilharam durante a busca sem fim, já Jhey mais Felipe se beijavam em um canto afastado de todos. O beijo os fazia esquecer por questões de segundo o que estava por vim. 
A cena mais cortante foi Mari naquela situação, a garota tentava mesmo sem resultado demonstrar coragem para os amigos. Diego era outro que não conseguia demonstrar nem um pingo de harmonia, a guerra fez os dois se alto destruírem, ao lado do Diego Angélica Angel brincava com as crianças, a loira se sentia culpada mais não tivera culpa. 
O Clima permaneceu assim até o governo chegar!